terça-feira, 19 de setembro, 2006

 MESMO socorro!!

Depois do post anterior, foi maravilhoso detectar isto no filme "Dália Negra" (mesmo apesar de ter passado o fim do dia num estado pouco melhor que o de total inconsciência)!
Como reagir à tradução de "his plane crashed down" para "o plano dele caiu"?
Estava-se a falar de Força Aérea e afins, ainda para mais...
Eu juro que fiquei em choque!

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 quinta-feira, 20 de abril, 2006

 Banhos...

Porque há uns tempos falei (e a verdade é que não sei onde nem porquê, portanto também é possível que tenha simplesmente sonhado e ande com meia volta dada ao miolo, a caminho de volta completa) do céu à noite (especificamente na praia, tenho até ideia) e depois do meu dia de hoje, não podia deixar passar isto ao lado!
Aproveitei um hora de almoço bastante prolongada para ir até ao cinema ver o "Infiltrado". Gostei bastante do filme... E da música que acompanha tanto a cena de abertura como o fim do filme e início dos créditos, se alguém souber qual é manifeste-se=P Já para não falar no Clive Owen, que tem de facto um "não sei quê" de estranhamente sexy e irresistível...
Seja como for, do que vinha falar era do antes... da publicidade... do anúncio da Levi's! Não sei se é de algum possível estado bastante hormonal, mas apaixonei-me, e só não comentei de imediato porque a companhia não o permitia!


Não haja dúvida que as vantagens da noite são cada vez mais badaladas... Daqui a uma semana, por Algarves e em festa, ver se aproveito a ver se vejo algum "moonbather"!
It would definitely make my night=P

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 sexta-feira, 10 de fevereiro, 2006

 Be a good queer

Hoje, como bom gay que sou (LOL xD ) lá fui ver o Brokeback Mountain. O filme de Ang Lee, que tem conquistado críticos, audiências e júris, chegou finalmente a Portugal - e sinceramente não percebo porque demorou este tempo todo, será que o trouxeram a nado desde a América?


Não vou dizer muito sobre o filme, porque espero que os que me lêem, se não viram o filme, estejam a pensar fazê-lo em breve=P De qualquer forma, são interpretações excelentes as de Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, bem como das "respectivas" (parece que se começa a descortinar a nova geração de Hollywood). O conjunto com uma história que nos mostra o surgimento de um amor da maneira mais natural possível e o seu desenrolar mais complicado e uma banda sonora perfeitamente adaptada ao conceito e realmente muito boa fazem deste, de facto, um excelente filme!
E apaixonei-me por aquelas camisas entrelaçadas... Quero uma história de amor assim=$

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 domingo, 15 de janeiro, 2006

 *confused*

Ontem aproveitei a tarde de Sábado para ir ver o novo filme de João Pedro Rodrigues, Odete.


Já tinha visto uma crítica no Público e não parecia famosa, mas mesmo assim queria ver com os meus próprios olhos.
Sinceramente nem sei bem o que dizer...
Para começar, e uma coisa em que reparei desde a primeira cena, é que não sei bem quem terá feito o casting! Ou fui só eu que achei os actores realmente muito mauzinhos? Então aqueles rapazes... Só valem mesmo pelo aspecto físico (que aí realmente não estão nada mal xD )
De resto, a história é aquela que já sabem (também não sou eu que me vou pôr aqui com spoilers=P ) mas o filme vive mais, na minha opinião, à custa da sua auro de mistério e, acima de tudo, estranheza que propriamente pela acção. Assim, vamos acompanhar uma história que mais parece um sonho de tão surreal parece, e a certa altura já não sabia se devia rir ou chorar...
Um dia destes, em tendo tempo, também tenho que ver O Fantasma, o filme anterior deste realizador, mas Odete é, simplesmente, estranho.
Eu, pessoalmente, não me arrependo de o ter visto, acho mesmo assim que é interessante ver o desenrolar daquela série de acontecimentos tão estranhos.
Mas realmente, e como o Público dizia e eu não quis acreditar, aquela cena final é uma patetice e não faz ali falta nenhuma... Eu só me ri e, para mais... Chamem-me Pedro!

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 domingo, 11 de dezembro, 2005

 Cinema at last

Fui no início desta semana ao cinema, depois de uns bons tempos sem ir (não sei se era assim tanto, mas de qualquer forma "feels like it").
Assim, e como não podia deixar de ser, fui ver Harry Potter and The Goblet of Fire.


Não vou dizer grande coisa sobre o filme, afinal já foi badalado que chegue e é já o 4º da série. Basta dizer que se continua a notar uma evolução na série, sendo clara a diferença entre os vários realizadores por quem a série tem passado - calhando desta vez a Mike Newell. Este segue a dica de Alfonso Cuarón, realizador do 3º filme, levando-a ainda mais longe. Daqui resulta que a adaptação é bastante livre e o filme acaba mais virado para a própria acção. Não há dúvida que, por mais que "alguns" gostassem *assobia para o lado* seria incomportável fazer dos filmes reproduções fiéis dos livros, mas de facto para quem conhece bem estes últimos os filmes ficam bastante aquém e eu, pelo menos, acho que o filme anterior, Harry Potter and The Prisioner Of Azkaban, conseguia balançar mais harmoniosamente os dois lados da questão...
Quanto ao outro assunto essencial: gajos=P da última vez mostrei-me entusiasmado com a promessa que se mostravam os rapazes, mas desta vez fiquei bastante desiludido... Não sei se o material é que está mesmo mau ou se foi o que fizeram com eles q não resultou, mas realmente aquele look com cabelos enormes não diz com nada! Desta vez, os olhos viraram-se mais para o actor Robert Pattinson, Cedric Diggory na tela.

Cá fora, só acho que o rapaz podia tirar a barba com que se costuma fazer ver... Mas já agora, acho que nesta foto o olhar é... poderoso xD

Já agora, só uma última nota para dois aspectos que chegaram ainda antes de o filme chegar. Fui surpreendido por dois manos Guedes (os gémeos Pedro e Ricardo) shirtless, sempre cheios de saúde, a "limpar o sótão" e a brincar com os "macacos". Para além de ser um delicioso eye candy, é um anúncio bem forte da nova (acho eu=X ) campanha "Feio É Fumar". Deixo-vos aqui um poster desta, já que não encontrei o spot.

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 quinta-feira, 6 de outubro, 2005

 20 Centímetros

Um filme muito bem disposto, cheio de momentos musicais que, longe das habituais "lamúrias" (não que não sejam também bonitas), são bastante animados a dão vontade de dançar também=P


Basicamente, a questão é posta nestes termos: e quando aquilo que seria motivo de orgulho para grande parte dos homens é, na realidade, o maior problema de um?
Marieta vive já como mulher - mas para se sentir completamente mulher tem ainda que percorrer um tortuoso caminho de 20 cm's.
É neste caminho que a acompanhamos, associada à prostituição e outras coisas...
De Ramón Salazar, com Mónica Cervera no papel principal e Pablo Puyol no papel de um repositor muito bem feitinho (mas bastante trolha) - fica o sincero conselho de que vejam, um filme realmente bem disposto!
De entre algumas frases do filme que ficam, deixo-vos esta (não será exactamente assim, mas lá perto): "Até debaixo das pedras vejo amor..."

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 sábado, 3 de setembro, 2005

 Candy

Depois de MUITO tempo sem vos falar do cinema que vejo (desta vez não se deve a não ter ido ao cinema... foi mesmo a falta de paciência generalizada que já devem ter reparado ter-se abatido sobre mim=X ), as "rúbricas" da 7ª arte voltam hoje!
Quinta-feira, e para comemorar a chegada da minha adorada gUidita - do my (L) =P - passámos a tarde a descomprimir, matar saudades, apreciar o novo penteado dela, agora com risco ao lado (spé faaaaash xD ) e no fim lá fomos ver o tão badalado Charlie and the Chocolate Factory, um filme adaptado do livro de Roald Dahl e realizado por Tim Burton, com as participações de Johnny Depp e Freddie Highmore.


Sobre o filme não vou falar muito... Mas se não o faço é porque toda a beleza e genialidade do filme tem a ver com uma certa aura de estranheza e magia que o rodeia... Desde a caricata figura que é o próprio Willy Wonka aos seus adorados Oompa-Loompa's, tudo é um estalo nas enfadonhas regras do normal que se apoderam do nosso dia-a-dia! E as crianças contrapostas ao normal Charlie são de uma repugnância e um fascínio sem palavras, desde ao bolinha, à senhora do seu nariz, etc. etc...
Também o fim é surpreendentemente simples num universo de falsos moralismos que acabam por cansar, com um desfecho simples e previsível por demais que acaba por ser agradável. Percebo que pareça estranho (até porque, de facto, o filme o é bastante) mas acho que é um filme que sabe bastante bem, para variar! Fica a minha opinião, quem tiver oportunidade que o veja;)

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 quinta-feira, 16 de junho, 2005

 Teaser

Começam a sair os primeiros aperitivos para o filme X-Men 3, a sair dia 26 de Maio de 2006, realizado (em princípio) por Brett Ratner.
Até lá, de qualquer forma, ainda falta bastante...
Aqui fica, assim, o primeiro teaser/poster:


(E sim, começo a ficar um bocado farto de todo o protagonismo dado ao Wolverine=/ )

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 terça-feira, 7 de junho, 2005

 O Final ~kinda~

Porque tal devoção merecia pelo menos que se tentasse, ontem lá fui ver o Star Wars Apisode III - Revenge Of The Sith.
Bem, por causa disso, e porque não me lembrava de quando tinha ido pela última vez ao cinema (diz o arquivo que lá para os idos dias de 20 de Fevereiro, ou à volta disso...) Mas não quero pensar em coisas más=P
Quanto ao filme, o génio (porque conseguir tamanha legião de fãs e, mais que isso, de fanáticos, requer genialidade) George Lucas consegue pôs um ponto final na primeira trilogia fe uma das melhores formas possíveis, tendo em conta a necessidade de coerência com episódios anteriores e posteriores.


No entanto, eu não-fanático me confesso - este foi, aliás, o primeiro dos filmes da trilogia que realmente vi no cinema. E, provavelmente, ao que parece, também o último, mas isso são histórias para outras luas e que não me dizem respeito. E confesso que, face às consideráveis expectativas que levava, de relatos de fãs de longo-tempo e de recém-conhecedores da saga, fiquei bastante desiludido! Aliás, eu e as três amigas com que vi o filme.
Durante a parte inicial (a puxar já para o meio do filme) só me apetecia dormir, depois lá consegui acordar... É verdade que, quase por força da obrigação, se sente um pequeno arrepio durante as cenas que mostram a criação e afins de Darth Vader, mas nada por aí além. E se é genial conseguir deixar tamanha parte do mundo em suspenso à espera de uma história a que já se conhece o princípio e o fim, também é verdade que a outros a quem os pormenores da saga são mais difusos a coisa acaba por passar bastante ao lado e a sensação com que se fica é a de que tudo parece algo monótono e esperado.
Quanto aos pontos mais fortes, peço desculpa mas, como miúdo prestes a deixar de o ser, tenho realmente que dar uso à complacência para com tal faixa etária enquanto posso e dizer que para mim foram o casalinho central da acção=P E ainda por cima, não é que ainda me conseguem dar conta dos dois juvenzinhos? =S Lol... Seja como for, não há dúvida que a presença da Natalie Portman no filme foi outra grande motivação para o ver, e Hayden Christensen é sempre um acrescento muito bem vindo;)

Postado por pUtoFisH a.k.a. gonçalo @ 23:33
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 segunda-feira, 28 de fevereiro, 2005

 And the Oscars...

Bem, não vou agora (nem sei se o farei mais tarde) falar muito detalhadamente da gala, até porque ainda nem a acabei de ver=X
Anyway, do que vi nesta tarde perfeitamente inútil (inútil não, tive aquele teste nojento, mereço descansar!!) aqui vão as minhas primeiras e mais flagrantes impressões:
   1) As interpretações das músicas: mas que raio de ideia peregrina foi aquela?? Beyoncé a tentar arranhar francês? Banderas a dar cabo daquela música lindísima?? Não concordo que a selecção musical deste ano fosse fraca (se bem que, por mim, haveria outras escolhas, talvez) mas esforçaram-se por piorar a coisa! Ainda valeu aquele teaser decente da "Al Otro Lado Del Río" quando Jorge Drexler recebeu o merecido prémio!
   2) A atribuição do Oscar para melhor guarda-roupa, com a guest star fantástica Edna Mode, directamente do "The Incredibles" (que ganhou também o Oscar, e ainda bem^^ )... Esta mulher é fantástica, e já que está na moda "a cena das beatificações e coiso" ela devia passar directamente assim tipo para Santa do Spé-Fash=P Lol


   3) Porque é que os documentários, salvo raras excepções, relacionadas com fenómenos específicos de teor mediático, não chegam ao nosso país? É que, tanto quanto sei, deve haver alguns muito interessantes...
   4) Continuo a achar que a Natalie Portman merecia o prémio de melhor actriz secundária (e o Clive Owen para actor, já agora...), mas também não vinco muito porque não vi os filmes por que os concorrentes estavam nomeados... De qualquer forma, quanto a isto, tenho a dizer que continuo a não perceber a fixação da Academia em filmes como "O Aviador", que a mim pouco dizem (bem como "Uma Mente Brilhante", que ainda não me dei ao trabalho de ver...)
   5) Por último, já agora, só a opinião que parece consensual: apesar de ser útil em termos de capacidade das cassetes (lol=X ), o "formato reduzido" usado para esta 77ª Gala, conseguido à custa de inúmeras restrições e alterações, parece-me ter tirado bastante brilho à cerimónia... Assim como ninguém me tira da cabeça que o Chris Rock, apesar de não tão mau quanto esperava, não é apresentador para este tipo de eventos...


E passou, a noite por que, não me perguntem porquê (que eu não sei), todos os anos me pelo por não poder ficar acordado em frente à TV=X Também, da vez que consegui, acabei por assistir a uma das maiores galas de todos os tempos xD
E vocês, que acharam? ;)

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 quinta-feira, 24 de fevereiro, 2005

 Bom cinema light

Há já quase uma semana (sim, estes posts de cinema andam com algum delay=X ) fui ver um filme que ao que parece, e infelizmente, anda a passar bastante ao lado do público português: Garden State.


O filme foi escrito e realizado pelo moço da série "Scrubs" ("Médicos e Estagiários", título usado quando a série passou por cá, ainda há pouco tempo, na Sic Radical), Zach Braff, que é ao mesmo tempo o actor principal do filme! Sobre este, há que dizer que é de facto uma surpresa, afinal estou habituado a vê-lo regularmente num papel que fica muito aquém da riqueza do personagem que interpreta no filme. Ao seu lado, está a grande Natalie Portman, a dar mais uma vez "um ar da sua graça" LOL xD A verdade é que a rapariga tem uma beleza fascinante e um sorriso que contagia! A estes factores, entre outros, se deve a sua merecida ascensão à fama, que deixa antever ou pelo menos desejar que se aposte nela... Acho que podemos esperar grandes coisas^^


Quanto ao filme, é de facto uma surpresa, e mais uma vez digo que é pena que não tenha mais visibilidade (eu próprio não o estava a pensar ver... thanks for the heads up, granduxito=P ) A história gira em torno do personagem de Zach Braff, que inicialmente conhecemos como um rapaz praticamente apático, que chega a fazer impressão... Ao longo do filme, com o regresso à sua terra natal de onde há muito tinha partido, vê-mo-lo evoluir e "saír daquela casca", à medida que vai reencontrando amigos de longa data e conhecendo novas pessoas!


Uma das cenas mais conhecidas do filme, que por aí se tem visto em fotos por todo o lado, é quando o personagem de Zach Braff recebe uma camisa feita com o que restou do papel de parede que a mãe tinha usado para remodelar a sala, antes de morrer... O resultado é um plano em que temos alguma dificuldade em perceber o que se passa, até que a câmara se desloca para o lado e revela que não, ele não está enfiado na parede xD


De resto, há que dizer que o filme em si é mesmo muito engraçado, acaba por passar bem depressa, sem que demos por isso, não obrigando sequer aos grandes jogos psicológicos de filmes mais pesados nem limitando-se a roçar a total superficialidade de outros (não que eu não goste de filmes superficiais de vez em quando=P )... Fica ali no meio, light e de fácil digestão, para nos divertirmos com umas boas cenas de humor, algumas a puxar para o negro, mas não para o mau gosto;) Divertido e baste=D
Uma última nota para o blog de Zach Braff sobre o filme, que pode ter piada para quem não tiver muito para fazer mas que mostra que ele é (ou parece ser) muito divertido, bem disposto e animado, tanto fora do ecrã como dentro!
Mais uma vez, repito, aconselho-vos seriamente a ver o filme, rapidamente que não sei se ficará em exiição muito tempo... Eu vi-o nas profundezas do Alvaláxia, numa sala que parecia ter sido desterrada...


BTW, ainda tenho que acabar de comer as amêndoas com chocolate da Hussel... xD

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 quarta-feira, 23 de fevereiro, 2005

 Quinto Império

OK, não me vou alongar, com medo de adormecer de novo...
Só queria dizer que por melhor que me digam que é, não consigo achar piada a filmes como este... Manoel de Oliveira pode muito bem ser um génio cinematográfico, mas a verdade é que não é de certeza para a minha idade...
Fosse ou não "no âmbito da disciplina de Português", só valeu mesmo por se faltar às aulas=X De resto, acabaram por ser mais que muitos os que adormeceram a meio do filme (eu incluído... mas só uns 5 minutos, o que já foi uma sorte xD )
O Quinto Império é um filme muito à base de diálogos, em cenários (poucos, principalmente 3) sombrios e com muito poucos elementos... O elenco conta com actores já bem conceituados do nosso país, mas achei de facto estranho que em todo o filme se visse só uma mulher=S


De resto, há a dizer que, como se sabe, gira em torno do mito do Sebastianismo... De qualquer forma, não sei dizermuito mais, mas fiquei com a nítida sensação que preciso de mais umas mãos cheias de anos em cima para achar um filme destes interessante=X
Só uma última nota para o que achei chocante, que é uma escola organizar algo neste género, levar alunos surdos e não se certificar de que há condições para que estes assistam ao filme! Como é óbvio, acabaram por saír a meio... Se o filme no seu todo já era suporífero, imagine-se só se ver as imagens, que para serem paradas pouco faltou!

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 Ciclos

Ia por aí na minha ronda de blogs quando, no cacaoccino, dei de caras com isto!
E pronto, claro que fiquei logo entusiasmado=P
Ao que parece, entre os dias 18 e 20 de Março vai realizar-se, na Videoteca Municipal de Lisboa, o 2º Ciclo de Cinema LGBT, organizado pela rede ex Aequo! Os filmes exibidos, tanto quanto percebi, terão entrada grátis;) Para mais informações acerca desta iniciativa a aplaudir, cusquem os links que deixei por aí espalhados=P


Quanto a mim, ver se vejo o The Laramie Project, que até já referi...

E o You'll Get Over It também me está a piscar o olho xD Não sei é se nesse dia cá estou para o ver=/

Anyone to come along? =P

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 quinta-feira, 17 de fevereiro, 2005

 Abortadeira VS Salvadora

Ainda que, parece, as políticas sociais não interessem a ninguém (ou tal defende Sócrates... só não percebo bem porquê...), o facto de o aborto (a par, talvez, dos casamentos homossexuais e do direito de adopção por estes casais) ainda não ter sido legalizado em Portugal perturba-me profundamente!
Assim, aproveitei o último diazito de "férias" (sim, já lá vai mais de uma semana=S ) para ir ver Vera Drake, de Mike Leigh.


Tenho que dizer que, de facto, gostei muito do filme! A personagem principal, interpretada brilhantemente por Imelda Staunton, é de facto o ponto forte do filme! Tudo gira em sua volta, da sua intensidade dramática... Mulher pobre, desprezada pelas classes sociais mais elevadas, atarefada a cuidar de vizinhos e família, raramente a vemos sem um sorriso na cara, a cantarolar qualquer coisa... E acima de tudo, sempre com os seus amorosos e enternecedores "dear"...

Ao mesmo tempo, com uma força incrível, arranja ainda espaço para ajudar as raparigas que precisam, sem que ninguém do seu circulo mais próximo saiba... Quem não pode recorrer às clínicas, tem que ser arranjar como pode... Vera Drake é uma das que se disponibiliza para o fazer! Quando, inevitavelmente, devido às condições inadequadas para a prática dos abortos, um corre mal, Vera Drake vê o mundo desabar à sua volta! Sem nunca ter levado dinheiro nenhum pelo serviço fundamental que prestava, com o único intento de ajudar, é acusada de um crime que não tem consciência de ter cometido: Vera Drake não mata vidas inexistentes, salva as vidas daquelas que ajuda (há quem não perceba isto... que um filho, com tudo o que implica, pode em algumas situações levar a extremos)! E mesmo nisto tudo, continua a preocupar-se com os outros acima de tudo! Não quer preocupar a família... E nunca os seus "dear" se desvanecem!...
Como disse o Juanito, en su post sobre o filme, parece, ainda assim, faltar qualquer coisa... Um "quê" especial que o transformasse numa obra-prima...
Assim, passa ao lado de muito, parecendo chegar essencialmente aos interessados no assunto (eu fiquei chocado, fui ver o filme ao UCI e a sala parecia só ter gente acima dos 60 anos, para além de três raparigas que também por ali paravam...)
Mas que este é um tema fundamental e de que Portugal se deve envergonhar, isso é... Mas afinal, com os últimos desenvolvimentos no país, este pedaço de terra à beira mar plantada mais parece um qualquer papado Portucalense... The day is near!!
Resta dizer que a companhia serviu para acabar as férias "em paz", sem stress... =P

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 quinta-feira, 10 de fevereiro, 2005

 geekices

É só mesmo a mim que irrita profundamente que tudo quanto é legenda portuguesa traduza o comum "a couple of" para "dois/duas"??
É que, e corrijam-me se estou errado, acho que a expressão inglesa tem um sentido um pouco mais lato, mais num sentido de "uma série de" ou assim...

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 segunda-feira, 31 de janeiro, 2005

 MMM

No topo de uma torre, num sino... Num cepo na no man's land... Aparecem repetidos... Qu'est-ce que c'est ça?
MMM... Manech aime Mathilde... Mathilde aime Manech... MMM...
Falo, claro, do novo filme de Jean-Pierre Jeunet, Un Long Dimanche de Fiançailles ("Um Longo Domingo de Noivado")! Fui vê-lo no Sábado e, felizmente, não fiquei desapontado... mesmo nada;)


O filme, diga-se antes de mais, é, ainda assim, bastante diferente do anterior filme do realizador, a obra-prima "Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain"! A diferença nota-se logo desde a banda sonora! Esta é mais homogénea... Enquanto o brilhantismo de Yann Tiersen confere à banda sonora do Amélie uma sonoridade diferente, harmoniosa e de ilusão, que se ouve facilmente em qualquer situação e com que facilmente nos perdemos em pagações, temos desta vez uma peça, de Angelo Badalamenti, mais pesada e sóbria; aliás, como o filme exige!


Quanto à história, gira em torno do terror da guerra, especificamente, da I Guerra Mundial! No entanto, esta não nos é relatada da perspectiva simplista e impessoal dos filmes de Hollywood! O filme, tal como em Amélie, começa com apresentações... Desta vez, no entanto, imediatamente o carácter mais sombrio do filme se torna claro... Estes nossos primeiros conhecidos são, afinal, aqueles que, derrotados pela crueldade da guerra, recorrem à auto-mutilação, numa última tentativa de escapar, arriscando-se no entanto à pena de morte... Enquanto assistia às cenas em que os homens se mutilavam, não pude deixar de sentir um arrepio, ao pensar que aquilo tinha realmente acontecido! Somos confrontados de perto com o medo/pânico de quem é entregue à morte e a agonia de quem espera os familiares ou amados, sem saber se estão vivos se mortos...
No meio de tudo isto, Mathilde (a fabulosa e apaixonante Audrey Tautou) espera em França pelo noivo... No entanto, a guerra acaba e Manech (Gaspard Ulliel *baba*=P ) não regressa... Mathilde sente, ainda assim, que o seu noivo está vivo, e não abandona a esperança! Numa das tiradas de que mais gostei no filme, a narradora acrescenta:
Et puis, Mathilde est d'heureuse nature. Elle se dit que si son fil ne la ramène pas à son amant, tant pis, c'est pas grave, elle pourra toujours se pendre avec.

Toda a história vai, então, desenrolar-se em torno desta busca que, começamos a notar, se começa a tornar algo desesperada... E é por entre isto que, em sucessivos flashbacks, vamos conhecendo a infância de Mathilde e Manech e todos os outros acontecimentos que levaram à situação que se nos depara no início do filme!
É neste emaranhado de histórias e de vidas, que somos confrontados com cenas de uma beleza espantosa... A cena do beijo, no início, é uma coisa fantástica, tão apaixonada nos parece, de facto... As cenas em que Mathilde começa a debitar a uma velocidade incrível, são também muito pertidas... E as poucas cenas com a Jodie Faster, a falar francês fluentemente, são também muito engraçadas de ver;)


E não vou dizer muito mais, que acho que, mesmo assim, com o entusiasmo, já disse demais... Mas não há dúvida que é um filme muito bom! Aconselho, mesmo muito!!

Quanto a outras observações, tenho que confessar que não gostei mesmo nada dos cinemas:S Nunca pensei que o que a Xobineski Patruska dizia fosse de facto tão verdade... Não é um bocado vergonhoso (já para não dizer perigoso, afinal aquilo é muita vibração...) que os cinemas abanem freneticamente de 15 em 15 minutos?? Já para não dizer que as salas são bem pequenas e o nosso grupo, relativamente grande, teve que ir parar lá à frente... Eu, pessoalmente, ia ficando com um torcicolo, e mal conseguia ver o filme E ler as legendas, de tal forma estávamos colados ao ecrã!
E, claro, no fim vem sempre o melhor, Gaspard Ulliel é, de facto, uma descoberta! O rapaz é muito giro, tem uns olhos lindos e só apetece fazer festinhas, dar beijos e abraçar=X

Postado por pUtoFisH a.k.a. gonçalo @ 17:59
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 quinta-feira, 27 de janeiro, 2005

 Proximidades de Sexta

Nop, nada de especialmente íntimo, só mesmo falta de inspiração para dar título ao post sobre o filme Closer, de Mike Nichols.


O filme tem sido bastante badalado, e dele sobressaem, logo, os actores! Julia Roberts e Jude Law, grandes estrelas e reconhecidos sex symbols! Natalie Portman e Clive Owen fecham o elenco principal, nomes não tão conhecidos, mas em vias de resolver o caso;) (confesso que acho que nunca tinha visto o Clive Owen=X ) Estes dois últimos, aliás, foram nomeados para os óscares, respectivamente, de melhor actriz e actor secundários, pelo filme!

O filme, de resto, é baseado numa série de encontros de desconhecidos, ao acaso... Começa com uma cena brilhante, com uns olhares bem sedutores entre a Natalie Portman e o Jude Law^^

Através desse e de outros encontros, acaba por se gerar uma encrencada relação que envolve os quatro personagens... Como é fácil de ver, esta teia vai acabar por causar muitas tristezas, surpresas e mudanças súbitas de rumo! No fundo, Anna, Dan, Larry e Alice (? =P ) vão viver uma série de amores e desamores, com muitos momentos de um excelente humor à mistura, como por exemplo a brilhante cena em que Larry conhece Anna... Os perigos da net xD

Pelo meio, há vários "saltos temporais" que não estão indicados de forma alguma, pelo que às vezes só depois de um tempo é que percebemos que já não é quando pensamos que é, já é mais adiante ou mais atrás... No fim do filme, confesso, já não percebia a quanto tempo correspondia cada salto, e mesmo o período de tempo a que o filme compreende é difícil para mim de estabelecer=S
Não me vou alongar mais, até porque as imagens são muitas e valem só por si;) No entanto, não posso deixar de referir o brilhantismo da cena final, com um plano espectacular da Natalie Portman no meio da multidão! A rapariga promete mesmo!!
E depois, claro, como já disse, há o Jude Law, que aparece nalgumas cenas com óculos, que lhe dão um ar ainda mais apetitoso=X Vejam por vocês=P

Concluindo, um filme muito bom, divertido e que consegue obrigar uma pessoa a pensar mas sem cansar;) Então para quem gosta do género das comédias românticas (se bem que este seja um pouco mais "pesado" que o habitual, a caminhar mais para um estilo American Beauty, talvez...) é obrigatório!! Ou pelo menos, eu acho que sim=X Anyway, aconselho mesmo todos a verem^^
E já agora, porque o humor não precisa de estar todo no ecrã, não têm noção da cena de sicronismo não propositado que aconteceu xD I'd say we're twins=P LOOOOOL

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 quarta-feira, 26 de janeiro, 2005

 A Whole New Ocean

Já foi quase há uma semana, mas a sexta passada fui ver o Ocean's Twelve, do Steven Soderbergh, a sequela do tão badalado Ocean's Eleven!


Tanto um como outro saltam à vista, como é óbvio, pelo elenco cheio de estrelas! George Clooney, Brad Pitt, Andy Garcia, Julia Roberts, Matt Damon, entre outros, e agora, a juntar-se-lhes, Catherine Zeta-Jones... E o filme tem assim garantido que, pelo menos, dá nas vistas!
No entanto, e como já se via no primeiro, nem só disso vive o filme...
A história vem, obviamente, no seguimento da anterior! Não posso deixar de confessar que, neste parâmetro, me desiludiu um pouco... Não pela história do filme em si, já que todo o encadeamente das coisas e os sucessivos volte-faces, que aos poucos começamos a antever, está muito bem construído! Fiquei desiludido, sim, porque toda a aura de heróis/bandidos, rebeldes sem causa e ladrões sem medo que se criou no primeiro filme em torno dos personagens, acaba toda ela por desaparecer, já que o mote deste filme é, de facto, o desfazer do que se fez antes! E isto, quanto a mim, não combina muito com as personalidades das onze pessoas que fomos e vamos "conhecendo".
Seja como for, em termos do filme, depois, não há dúvida que é óptimo para passar uma tarde descontraída;) O humor, ainda que por vezes relativamente discreto, contagia-nos... Duas cenas excelentes nesta aspecto são, para mim, quando a Julia Roberts faz de Tess a imitar a Julia Roberts, contracenando com o Bruce Willis, a fazer de si mesmo e, depois, quando o Matt Damom está a falar com a mãe... E não digo mais porque é muito engraçada, a cena, e não quero estragar a quem ainda não viu, mas quem já viu acho que percebe do que tou a falar=P
Por fim, e voltando ao início (*clic* sinapses off-line xD ), há que não esquecer o factor actores! Eles foram escolhidos com mais que um propósito... Dois dos principais terão sido o serem bons actores e o serem pura e simpliesmente BONS! O Brad Pitt, confesso, aparece num estilo muito à "mitra" para o meu gosto (vou bem mais numa de Joe Black ^^ ) e o George Clooney nunca fez especialmente parte das minhas preferências... Mas quanto a Matt Damon, já o caso muda bem de figura xD

Uma nota, ainda, vai para a banda sonora, que me pareceu realmente engraçada, principalmente na complicada (e bastante irrealista) cena de "dança" de Monsoir Toulous (que tem uns acessos quantos acessos de sensualidade ao longo do filme, na sua pose de francês... sexy xD ), que me fez bastante lembrar bastante uma cena do filme A Armadilha, remember? =P

Concluindo, se tiverem tempo livre e não tiverem filmes na lista dos "must-see", é um caso a considerar seriamente! Não se deixem enganar pelo mito das terríveis sequelas e dos filmes demasiado apoiados em elencos de luxo... Este consegue vencer, em grande parte, estas "armadilhas"! Para ver, sim, com amigos, como sempre=D

Postado por pUtoFisH a.k.a. gonçalo @ 18:27
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 domingo, 2 de janeiro, 2005

 Salva-nos!

A semana passado (aliás, ainda no ano passado=P ) fui ver um filme com o casalito Juanito e Pastelinho, naquele dia atribulado, lembram-se? =P
Seja como for, o filme escolhido foi o Saved! ("Quem Nos Acode!", traduzido), de Brian Dannelly (e que, descobri, conta com o Michael Stipe - vocalista dos R.E.M. - como produtor)! Verdade seja dita que já me tinham antes mostrado uma sinopse do filme e não me tinha chamado mesmo nada à atenção... Aliás, confesso que a impressão com que fiquei do filme foi que este fosse mais uma daquelas comédias imbecis, desta vez impregnada de moralismos bafientos ao bom estilo bushista! Fiquei, portanto, surpreendido quando vi o post doTiago, d'O Melhor Anjo, sobre o filme!


Esta crítica entusiástica e a vontade de encontras os dois moçoilos (LOL=X ) lá me convenceram e, assim, fomos para o Quarteto, 19h15... Verdade seja dita, neste ponto, o facto de o filme, na semana de estreia, ter sido imediatamente enviado para um cinema tão "alternativo" (ou para a sessão da meia-noite ou 1h do UCI, de onde entretanto também já saiu), é bastante estranho... E se isto se pode atribuir de certa forma à fraca publicidade do filme, acho sinceramente que também não deverá ser só isso... Interrogo-me, sinceramente, se não terá havido mão de quem se tenha sentido incomodado com a temática do filme...
Passando, então ao filme, vamos lá ver...
O início do filme, com a apresentação das personagens, acabou por, ainda que com alguns momentos bem divertidos, aumentar os meu medos relativamente ao filme, devido à beatice aparente da coisa, com o pobre namorado gay da moça (ainda que meio sem sal, o jovem é MUITO bem feito^^ ) a ir parar a um centro de "desgayficação" (vi isto na sinopse do filme e foi das coisas que mais me assustaram, mas depois no filme não usam tal palavra, felizmente...) A história desenvolve-se com as consequências das tentativas da namorada de o curar a vir ao de cima... A partir daí, o mundo parece cair-lhe em cima! A fé é posta em causa e, acima de tudo, os princípios pregados por quem supostamente a representa!
É a partir daqui que percebemos que o filme nos reserva muito mais e melhor que o que eu, pelo menos, supunha e temia! No colégios de beatos católicos (com a ovelha negra judia pelo meio) a revolução vai começar! As personagens vão do extremamente irritante de Hillary Faye (Mandy Moore), à ingenuidade e posterior espírito de descoberta de Mary (Jena Malone) ou à rebeldia comicidade de Cassandra (Eva Amurri, filha da Susan Sarandon), com tantas outras pelo meio! Macaulay Culkin, ainda que pálido como sempre, está sexy como tudo, principalmente quando Cassandra lhe dá uns toques de rebeldia ao cabelo=P


Mais não sei, sinceramente, que dizer! O filme surpreendeu-me muito, pela positiva! Apresenta-se livre de falsos moralismos, defendendo antes uma maior aberturar à diferença, desde a tolerância por diferentes fés (ou pelos que não acreditam em nenhuma), por diferentes orientações sexuais, por diferentes escolhas e decisões...
Bem, não vou dizer mais para também deixar alguma coisa em suspense=P Só garanto que o filme é mesmo muito bom, principalmente se tivermos em conta o género, uma lufada de ar fresco que peca por passar tão despercebido! De qualquer maneira, a quem ler isto, aconselho vivamente que o tentem ver porque vale mesmo a pena! Aproveitem enquanto é tempo... Eu ainda gostava de o rever^^
Para espicaçar consciências e abrir olhos;)

Postado por pUtoFisH a.k.a. gonçalo @ 18:56
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 quinta-feira, 30 de dezembro, 2004

 Misoginia, Formato Cinema

Bem, talvez a coisa não seja assim tão linear, mas o principal de Alfie, de Charles Shyer, é, de facto, isso!
O filme começa em cenas bastante misóginas, com o bom do Jude Law (bom mesmo=P ) a aproveitar-se da sua beleza, juventude, bom corpo... (ok, chega=X ) para se desfazer de tarefas domésticas, deixando-as a cargo da viznha gorda... A aproveitar-se dos mesmos atributos para comer mulher atrás de mulher, mulheres essas que depois se afastavam sorrindo inocentemente, com protuberâncias obscenas correspondentes a cús sobre-desenvolvidos xD


Bem, nem vou falar muito da história, mas o rapaz lá vai levando com umas quantas portas na cara, apanha uns sustos e lá se recupera... Pelo meio, acaba por ter momentos bastante engraçados, dá para aprender a usar o cachecol na maneira mais fash do momento e ainda tem uns quantos momentos de reflexão, mas nada que não se veja noutros filmes e melhorzinho...
O filme acaba por ser perfeitamente normal, de Sábado à tarde, e visto com uma companhia despreocupada, divertida e sem as manias de super-crítico de cinema que outros têm (just kidding, Juanito=P ) uma pessoa ri-se bastante e baba-se ainda mais!
O fim do filme, esse sim, neste género, acabou por se mostrar uma surpresa para mim, por não ser tão cor-de-rosa quanto eu esperaria... Acaba por ser um pouco o virar do feitiço contra o feiticeiro, né?
O filme, resta dizer, conta ainda com actuações de outros actores conhecidos (actrizes, neste caso), como Susan Sarandon (que parece que todos adoram, só a mim passa algo ao lado=X ) ou Marisa Tomei...
Conclusão final? Eu, ao contrário do casalito De Puta Madre, acho que valeu a pena ver o filme, ri-me bastante e, de resto, não tenho a certeza se muito melhor haveria, no UCI... Eu diverti-me, por isso digo, quem gostar de filmes algo imbecis de Sábado à tarde, pode não adorar, mas acho que gostará... Quem é da vertente dos filmes mais sérios, não aconselho mesmo, ou ainda saem em choque, como o casalito xD LOL!! Ah, e tenham paciência para os "do you understand what I'm saying?" do Jude Law, que para o fim começaram a mexer com os meus nervos=P
BTW, não posso deixar de dizer, a parte que mais me entusiasmou, mesmo assim, acho que ainda foi os trailers, quando vimos a apresentação do novo filme com a Audrey Tautou e também de Jean-Pierre Jeunet (eu ia-me passando quando vi^^ ), que promete bastante, e por isso ansiamos por ele até 27 de Janeiro, como o compincha (LOL=X ) sToRmChAsEranunciou (com direito a poster e tudo) =D

Postado por pUtoFisH a.k.a. gonçalo @ 2:40
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